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RECORDE

BB vai destinar R$ 200 bilhões para a Safra 2022/2023

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AGRONEGÓCIO

O Banco do Brasil vai ampliar o valor destinado para o agronegócio do país. Na terça-feira (5), a direção da instituição pública confirmou que destinará R$ 200 bilhões para a Safra 2022/23. No comparativo com o montante investido anteriormente, o acréscimo será de 48% — foram R$ 135 bilhões na safra anterior.

Além de ampliar o financiamento voltado ao produtor rural de um ano para o outro, o pacote divulgado nesta semana já representa recorde para o BB. Isso porque será a maior quantia disponibilizada pelo banco o setor que é um dos pilares da economia brasileira.

De toda a verba a ser liberada, R$ 24,4 bilhões serão destinados para a agricultura familiar, que é atendida pelo Pronaf. Outros R$ 21,1 bilhões terão os médios produtores (Pronamp) como público a ser atendido. Além disso, R$ 110,0 bilhões irão para a Agricultura Empresarial. Títulos agro e giro, com R$ 24,5 bilhões, e outros núcleos da cadeia do agronegócio, com R$ 20 bilhões, completam a divisão dos recursos a serem oferecidos pelo Banco do Brasil.

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Banco do Brasil, Plano Safra e taxa de juros

As taxas do novo Plano Safra foram anunciadas em evento realizado no Palácio do Planalto na última quarta-feira (29). A Agricultura Familiar contará com juros que variam de 5% e 6% ao ano por meio do Pronaf. Os médios produtores, por sua vez, contarão com juros de 8% ao ano no âmbito do Pronamp. Para os grandes produtores rurais, as taxas irão variar de 12% e 12,5% ao ano.

No Plano Safra 2021/22, o Banco do Brasil aplicou R$ 153 bilhões, superando o valor disponibilizado inicialmente de R$ 135 bilhões. De acordo com a diretoria da instituição financeira, o BB renovou, assim, o compromisso com a agricultura familiar, com mais de 325 mil operações contratadas para o segmento na última safra, do total de 580 mil.

Atualmente, o Banco do Brasil supera 1,7 milhão de operações ativas com financiamento rural na carteira agro. Desses, 1,2 milhão são para os pequenos produtores rurais.

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AGRONEGÓCIO

Central de Negócios e Bolsa de Suínos melhoram cenário na suinocultura em MT

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Para tentar melhorar o cenário, em maio a Acrismat iniciou a Bolsa de Suínos, ferramenta que melhorou o ambiente de negociação entre os suinocultores e compradores, e diminuiu a especulação do preço da carne suína no mercado. “Há dois meses começamos a realizar as negociações, que ocorrem uma vez por semana. De lá para cá observamos uma melhora no preço pago ao produtor”, afirma o diretor executivo.

Além do baixo preço pago ao produtor, o alto custo de produção causado pelo elevado preço do milho e do farelo de soja (que juntos correspondem a mais de 80% do volume da ração fornecida aos animais) completaram o cenário desfavorável à atividade. Para dar mais poder de negociação e melhorar a relação do custo de produção, a Acrismat prepara o lançamento de uma Central de Negócios que possibilitará aos produtores realizarem compras coletivas e até mesmo negociar sua produção.

“A Central de Negócios surge para diminuir os custos dos insumos, por exemplo, e possibilitar a realização de compras coletivas, dando maior poder de negociação aos associados na hora de fechar negócio com os fornecedores. A Central vai unir os produtores, trazer benefícios através das ações coletivas e soluções conjuntas para melhorar ainda mais o desempenho das granjas”, explicou o presidente da Acrismat, Itamar Canossa.

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O presidente conta que a Central de Negócios está na fase final de implantação e em breve será realizado um evento para apresentar a ferramenta aos suinocultores. Mais uma iniciativa que visa melhorar o ambiente comercial do segmento, e recuperar as perdas registradas nos últimos meses.

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