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Barranco diz que diretório estadual não mudou de ideia sobre filiação de Tigresa na o PT

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POLÍTICA

O deputado estadual e presidente do PT em Mato Grosso, Valdir Barranco, disse em conversa aos jornalistas nesta quarta-feira (22), que os dirigentes estaduais da sigla não mudaram de ideia quanto a filiação da atriz Ester Caroline, a Tigresa Vip, ao partido.

“O problema da filiação dela é na instância municipal como não houve a participação dos dirigentes, eles só ficaram sabendo da filiação dela pela mídia, eles não concordaram e não concordam até hoje ainda que seja assim por cima essa filiação. E por isso que houve aqui a decisão da suspensão que foi corroborada pelo Diretório Nacional”, disse.

Ela conseguiu a filiação por meio de uma decisão liminar no mês passado. O Ministério Público Estadual (MPE) apresentou manifestação na terça-feira (21) pedindo que seja confirmada a liminar que determinou filiação de Ester. O parecer é assinado pelo procurador Henrique Schneider Neto. O fato é visto como uma vitória para a defesa dela.

Mesmo sem ser reconhecida pelo PT, nos últimos dias Ester tem postado vídeo com postura de pré-candidata à deputada estadual, defendendo suas ideologias e já tecendo algumas críticas em antigos políticos.

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Tigresa se filiou no PT, de forma online, no final do mês de março, sendo que no início de abril ela recebeu sua ficha de filiação. Uma semana após a filiação on-line ela foi barrada pelo diretório estadual e semanas depois pela nacional, alegando erros formais realizados na sua inscrição nos quadros da sigla.

No documento apresentado o partido alega que soube da filiação de Ester pela imprensa bem como a pré-candidatura para deputada estadual.

O juiz Alexandre Paulichi Chiovitt, da 38ª Zona Eleitoral de Santo Antônio do Leverger, determinou que o Partido dos Trabalhadores aceitasse a filiação da atriz.

A decisão que restabeleceu a filiação de Tigresa foi concedida em sede liminar. O mérito do caso ainda será analisado pelo TRE-MT.

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AL aprova projeto de Russi que agiliza repasses para Apaes e Pestalozzis

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Segue para sanção governamental a proposta que pode acelerar os repasses financeiros às instituições de educação especial de Mato Grosso. O Projeto de Lei nº 1143/2021, de autoria do primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), foi aprovado em segunda votação pelos deputados estaduais na sessão desta quarta-feira (29).

Na prática, a nova media estabelece prazo para análise da prestação de contas, o que vai dar agilidade aos repasses para Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e Pestalozzis.

De acordo com Max Russi, o Executivo Estadual deverá, até a abertura do Orçamento Anual, analisar as documentações recebidas pelas associações do ano anterior e assinar os devidos convênios.

“São instituições que oferecem educação especial e estrutura para tratamento de pessoas com deficiência, uma missão mais do que especial. Diferente da educação básica, na educação especial há apenas repasse anual por aluno, haja vista que os pagamentos para as despesas com pessoal, material, entre outros, são feitos quase oito meses depois do início do ano, ou seja, as liquidações dos gastos são efetuadas depois de um longo processo de análise de prestação de contas e morosidade de assinatura dos convênios. Isso precisa mudar, para assim darmos agilidade”, justificou o primeiro-secretário.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), 52 Apaes e nove Pestalozzis são conveniadas atualmente com ao governo estadual. Conforme o PL de Max Russi, entidades terão o prazo até 31 de dezembro do ano corrente para entregar a prestação de contas e demais documentos atualizados, que comprovem a boa e regular situação da instituição.

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