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Fagundes e Geller não poderão dividir palanque, aponta consultoria do TSE

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), emitiu um parecer apontando que os partidos políticos não poderão fazer coligações diferentes das estabelecidas para a disputa pelo Governo do Estado e pelo Senado, nas eleições de outubro.

Conforme a análise da consultoria, as alianças formadas para um dos cargos terão que ser mantidas para a disputa do outro, o que complica a situação de algumas legendas para o pleito deste ano em Mato Grosso.

Leia: Fagundes descarta dividir palanque com Neri e dispara: “Não cabe dois”

Um exemplo para está situação é diante da pré-candidatura ao Senado de Wellington Fagundes (PL), que ocupa o cargo e tenta a reeleição, e de Neri Geller (PP), atualmente deputado federal.

Ambos querem o apoio do governador Mauro Mendes (União Brasil).

“Caso os partidos A, B, C e D decidam coligar também para o cargo de Senador da República, tal aliança deverá ocorrer necessariamente no âmbito da mesma coligação formada para o Governo do Estado, porquanto permitida uma única coligação majoritária na mesma circunscrição”, diz o parecer.

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Fagundes não quer dividir palanque

O senador Wellington Fagundes (PL), que busca reeleição, descartou nesta última segunda-feira (9), a possibilidade de dividir o palanque do governador Mauro Mendes (União Brasil) com o deputado federal Neri Geller (PP), também candidato ao Senado, no pleito deste ano.

“Tudo vai depender das coligações e das convenções que serão feitas. Uma chapa de governador não cabe dois candidatos oficialmente a senador. Cada partido pode lançar o seu, desde que não esteja naquela mesma coligação”, disse ele.

Ambos aguardam decisão de Mendes, sobre quem será o “escolhido” para compor a chapa.

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Fagundes diz que urnas eletrônicas são exemplo para o mundo; PL quer auditoria

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O presidente do PL em Mato Grosso e pré-candidato à reeleição ao Senado, Wellington Fagundes, declarou que as urnas eletrônicas são um exemplo para o mundo, mesmo após a presidente da Executiva Nacional, Valdemar Costa Neto, afirmar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tem pretensões de contratar uma empresa de auditoria para garantir eleições livres de qualquer suspeita.

Leia: Fagundes diz que PL quer auditoria privada para fiscalizar eleições

“Este assunto é um assunto que exige extremamente conhecimento técnico, é claro que as urnas eletrônicas hoje são exemplos no mundo”, afirmou Fagundes.

Segundo Fagundes, “fazer uma fiscalização é dever de todos os partidos”, sendo assim, o PL quer investir uma porcentagem do fundo partidário para uma “fiscalização independente”.

“Fazer a fiscalização é um direito de todos os partidos, o nosso partido mesmo já se posicionou em investir parte do fundo partidário para que tenha fiscalização independente e esse assunto está sendo tratado com o próprio presidente Bolsonaro, uma contratação de uma empresa de caráter internacional para fazer isso”, completou o senador.

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Pedido de auditoria

O “movimento” que tenta por em xeque a segurança das urnas eletrônicas, é alimentado pelo presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que realiza afirmações, porém, não apresenta provas para embasar seus argumentos.

No último 14 de abril de 2021, o presidente pontuou que as urnas não são invioláveis, mas sim, penetráveis, a fala foi realizada sem apresentar qualquer prova.

“A urna não é inviolável, é penetrável, sim. Mas não vou falar disso, as Forças Armadas estão tomando conta disso”, disse ele.

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