CUIABÁ

DÍVIDA COM PRODUTORA

Justiça tenta encontrar Pedro Taques para informar bloqueio de contas

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POLÍTICA

DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE

Justiça tenta encontrar o ex-governador Pedro Taques (SD), para notificá-lo sobre uma ordem de penhora de suas contas no valor de R$ 69,9 mil referente a uma dívida que não foi paga na campanha eleitoral de 2018.

A produtora Molêra Filmes, empresa que prestou serviços de audivisual e levou calote, deverá informar ao Poder Judiciário o endereço atualizado de Taques para que seja notificado pessoalmente por um oficial de Justiça.

O bloqueio foi determinado em março deste ano pela juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro. A ação de execução de dívida, tramita na 9ª Vara Cível de Cuiabá.

Diante de tantas tentativas fracassadas de notificar o ex-governador, foi publicado novo despacho no Diário Eletrônico da Justiça para que a autora do processo se manifeste nos autos.

“Impulsiono os autos com o objetivo de intimar a parte exequente para indicar os endereços atualizados para que os executados possam ser intimados pessoalmente da penhora, no prazo de 05 dias: José Pedro Gonçalves Taques”, diz a publicação.

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O caso

A empresa Molêra Filmes prestou serviços para a campanha à reeleição de Pedro Taques durante as eleições de 2018, atuando na produção de conteúdo audiovisual no valor de R$ 120 mil.

Porém, apenas metade do valro teria sido pago, o que motivou a propositura da ação para cobrar o restante da dívida. Pediu, inclusive, a penhora de um apartamento do ex-governador, situado em Cuiabá.

O processo tramita desde março de 2019 na Justiça de Cuiabá. Pedro Taques chegou a ser excluído do polo passivo porque anteriormente a juíza Sinii Saboia entendeu que a dívida deveria ser paga somente pelo PSDB.

Contudo, a produtora recorreu ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso com agravo de instrumento e teve o recurso acolhido por unanimidade fazendo com que o ex-governador continue réu no processo, pois ele também é responsável pela dívida da campanha.

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Fagundes diz que urnas eletrônicas são exemplo para o mundo; PL quer auditoria

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O presidente do PL em Mato Grosso e pré-candidato à reeleição ao Senado, Wellington Fagundes, declarou que as urnas eletrônicas são um exemplo para o mundo, mesmo após a presidente da Executiva Nacional, Valdemar Costa Neto, afirmar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tem pretensões de contratar uma empresa de auditoria para garantir eleições livres de qualquer suspeita.

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“Este assunto é um assunto que exige extremamente conhecimento técnico, é claro que as urnas eletrônicas hoje são exemplos no mundo”, afirmou Fagundes.

Segundo Fagundes, “fazer uma fiscalização é dever de todos os partidos”, sendo assim, o PL quer investir uma porcentagem do fundo partidário para uma “fiscalização independente”.

“Fazer a fiscalização é um direito de todos os partidos, o nosso partido mesmo já se posicionou em investir parte do fundo partidário para que tenha fiscalização independente e esse assunto está sendo tratado com o próprio presidente Bolsonaro, uma contratação de uma empresa de caráter internacional para fazer isso”, completou o senador.

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Pedido de auditoria

O “movimento” que tenta por em xeque a segurança das urnas eletrônicas, é alimentado pelo presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que realiza afirmações, porém, não apresenta provas para embasar seus argumentos.

No último 14 de abril de 2021, o presidente pontuou que as urnas não são invioláveis, mas sim, penetráveis, a fala foi realizada sem apresentar qualquer prova.

“A urna não é inviolável, é penetrável, sim. Mas não vou falar disso, as Forças Armadas estão tomando conta disso”, disse ele.

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