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PF deflagra operação e investiga se quadrinha bancou candidatura de vereador

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POLÍTICA

A Polícia Federal de Barra deflagrou nesta quinta-feira, 23/06/2022, a operação Segundo Caminho, com o intuito de apurar a participação de componentes de uma organização criminosa que patrocinou candidatura de um dos alvos ao cargo de vereador nas eleição de Barra do Garças/MT ocorrida no ano de 2020.

A Operação Segundo Caminho, que um é desdobramento da Operação Captura de Estado, deflagrada pela Polícia Federal de Barra do Garças/MT, em 2020, apurou a atuação de indivíduos que cometiam vários crimes afim de financiar uma facção criminosa atuante a região do Vale do Araguaia em razão de suas atividades ilícitas, pratica delitos conexos previstos na Lei de Lavagem de Capitais, na Lei de Drogas e no Código Penal.

Nove mandados de busca e apreensão e a dois mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Comum Estadual de Cuiabá/MT foram cumpridos nas cidades de Rondonópolis/MT, Cuiabá/MT, Várzea Grande/MT e Barra do Garças/MT.

As condutas praticadas encontram tipificação no art. 1º, caput, da Lei 9.613/1998 (Lavagem de capitais), no art. 2º, caput, da Lei 12.850/2013 (Organizações Criminosas), bem como no art. 171, §2º-A, do Código Penal (Estelionato mediante Fraude Eletrônica). Quando somadas, as penas máximas de tais delitos superam 20 (vinte) anos de reclusão.

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Devido a investigação envolver uma facção criminosa a Polícia Federal utilizou também três cães farejadores durante as buscas.

O nome da operação é referente a declaração de um dos alvos que afirmou que no mundo do crime existem três caminhos: a igreja, a prisão ou a morte.

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AL aprova projeto de Russi que agiliza repasses para Apaes e Pestalozzis

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Segue para sanção governamental a proposta que pode acelerar os repasses financeiros às instituições de educação especial de Mato Grosso. O Projeto de Lei nº 1143/2021, de autoria do primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), foi aprovado em segunda votação pelos deputados estaduais na sessão desta quarta-feira (29).

Na prática, a nova media estabelece prazo para análise da prestação de contas, o que vai dar agilidade aos repasses para Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e Pestalozzis.

De acordo com Max Russi, o Executivo Estadual deverá, até a abertura do Orçamento Anual, analisar as documentações recebidas pelas associações do ano anterior e assinar os devidos convênios.

“São instituições que oferecem educação especial e estrutura para tratamento de pessoas com deficiência, uma missão mais do que especial. Diferente da educação básica, na educação especial há apenas repasse anual por aluno, haja vista que os pagamentos para as despesas com pessoal, material, entre outros, são feitos quase oito meses depois do início do ano, ou seja, as liquidações dos gastos são efetuadas depois de um longo processo de análise de prestação de contas e morosidade de assinatura dos convênios. Isso precisa mudar, para assim darmos agilidade”, justificou o primeiro-secretário.

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De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), 52 Apaes e nove Pestalozzis são conveniadas atualmente com ao governo estadual. Conforme o PL de Max Russi, entidades terão o prazo até 31 de dezembro do ano corrente para entregar a prestação de contas e demais documentos atualizados, que comprovem a boa e regular situação da instituição.

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