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TOP TV ÚNICA Quinta-feira, 03 de Abril de 2025, 08:43 - A | A

Quinta-feira, 03 de Abril de 2025, 08h:43 - A | A

'Aprendi a separar as coisas'

Patrícia Poeta diz não se abalar com ataques de haters

Após o evento 'Abraçando Você', apresentadora reflete sobre a importância da proximidade com o público, de se abrir mais para acolher outras mulheres e avalia relação com os haters

Revista Quem
Tv Única

Patrícia Poeta, de 48 anos, embarcou em um processo transformador de sua relação com o público desde trocou a bancada do Jornal Nacional pelo comando do Encontro. Hoje, a apresentadora celebra a chance de se mostrar mais como mulher para os espectadores e vivenciar trocas de experiências, sobretudo, com outras mulheres.

À Quem ela conta como foi o processo de humanizar sua figura pública. "Comecei no jornalismo, sempre gostei de contar a história das pessoas, ouvir, porque acho que todo mundo tem história para contar. Com o passar do tempo, a vida foi me ensinando que a troca de histórias e experiências é muito valiosa, porque a informação é a grande ferramenta que a gente tem para lutar contra os desafios do dia a dia e, para a mulherada, os desafios não são poucos", contou durante sua participação no evento Abraçando Você que reuniu famosas e anônimas em bate-papos sobre temas do universo feminino.

Leveza e amadurecimento

 

A maturidade, ela conta, foi fundamental quebrar a barreira criada nos muitos anos na bancada do Jornalismo. "Quando você é muito jovem, você se cobra muito, às vezes se fecha um pouco mais, se protege um pouco mais. O amadurecimento faz parte desse processo. Você aprende que ao se abrir, mostrar uma fraqueza sua ou algo que aconteceu com você, que errou ou acertou, te torna mais humano, mais próximo do outro", avalia.

Ser mais leve consigo também fez parte da transformação de Patrícia. "Tem todo um processo que faz parte desse amadurecimento. Inclusive, saber rir de si mesmo, saber ser humano a ponto de chorar com o outro, de rir de você mesmo. Quando você mostra esse seu lado, acaba aproximando mais você das outras pessoas".

Sobre as críticas, a jornalista avalia: "Os haters existem, não é exclusividade de ninguém, é de todos nós. A gente tem que aprender a separar as coisas, a fazer nosso trabalho e a acreditar nele, mostrar quem a gente é. Do outro lado, se tem esse lado negativo dos haters é saber e entender quem é o hater, o perfil de um hater, isso é muito importante. É algo muito mais profundo do que fazer um comentário e falar que vai deixar essa mal hoje".

Para ela, os ataques de um um hater se tratam mais de questões sobre aquele que ataca, do que um problema do alvo. "É uma pessoa que tem as suas frustrações na vida, isso é muito puxado. Aquilo ali que ele fez tem muito mais a ver com a vida dele do que com você. Aprendi muito a separar as coisas, acredito muito nessa conversa, nesse olhar, nesse contato físico, no sorriso, no abraço, na troca de experiência", conta

 

"Isso é muito mais valioso do que uma pessoa que se esconde na rede social, que não posta nada e entra só para fazer um comentário ruim e deixar o outro para baixo. Acho que isso é que é importante, a gente leva isso da vida", completou.

Patrícia também garante que não fica lendo comentários negativos a seu respeito. "Sinceramente, não tenho nem tempo ", concluiu ao frisar a rotina intensa de gravações diárias, que a obriga a levantar de madrugada para estar pela manhã na TV Globo, além de compromissos fora da televisão, como a realização do evento que reuniu nomes como Gkay, Tati Machado e Viih Tube.

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